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O hábito e os laços fracos como desafio no ensino emancipador a distância

Este artigo traz a experiência da dispersão de estudantes em um ambiente virtual de aprendizagem e a sua relação com os hábitos de navegação na internet e com as informações provenientes de redes sociais que condicionam os laços fracos com o objetivo de compreender esse fenômeno dentro de uma proposta de ensino emancipadora.

No fenômeno em questão a plataforma moodle não foi utilizada como um espaço interacional e mediado pelo docente, tendo os estudantes adotado o facebook como instrumento de interação. O texto analisa essa questão com base na concepção de Duhigg (2012) sobre o hábito, Barabási (2009), sobre laços fracos e Freire(2005) sobre educação emancipadora, discutindo o papel docente no fomento ao uso dos diversos meios disponíveis na rede.

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