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Olá, sou Paulo Henrique Souto Maior Serrano.

Um nome grande para um grande ser humano (1.88m). Sou formado em jornalismo, mestre em linguística aplicada, professor e desenvolvedor web.

Gosto de ficção, corrida, queijo e do meu trabalho.

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  • A teoria modular do cérebro afirma que diferentes regiões do cérebro são responsáveis por diferentes comportamentos do indivíduo, havendo pessoas com mais e menos desenvolvimento dessas diversas áreas em diferentes níveis.

    As pessoas autistas possuem um maior desenvolvimento das capacidades de regiões lógicas do cérebro (lado esquerdo). Em detrimento de suas capacidades empáticas, por isso a dificuldade em distinguir emoções e a facilidade em memorizar números e fotografias. Há alguns dias assisti dois filmes muito interessantes sobre o assunto. O clássico Rain Man e a animação em stop motion Mary And Max. Os filmes são muito interessantes.

    Pesquisando um pouco mais sobre o assunto, Steven Johnson no livro “De cabeça aberta: Conhecendo o cérebro para conhecer a personalidade humana” apresenta o trabalho do pesquisador Simon Baron-Cohen que acredita que os sintomas de autismo se apresentam em um contínuo, isso quer dizer que todo ser humano possuiria em algum nível esses sintomas. Um fato interessante que o pesquisador utiliza para apoiar sua teoria é a maior incidência de autismo em meninos do que em meninas (10 vezes mais), sendo os sintomas uma versão extrema de tendências cerebrais masculinas (pouca empatia, mais lógica).

    Com base nessas constatações Simon Baron-Cohen desenvolveu um teste simples, chamado “quociente do espectro autista“, basta responder 50 perguntas e comparar o resultado com os testes realizados pelo pesquisador. A pontuação média do grupo de controle foi de 16,4. Oitenta por cento das pessoas diagnosticadas com autismo fez mais de 32 pontos. A pesquisa deixa claro que o teste não é um meio de se fazer o diagnóstico.

    O meu resultado foi de 14 pontos.