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Olá, sou Paulo Henrique Souto Maior Serrano.

Um nome grande para um grande ser humano (1.88m). Sou formado em jornalismo, mestre em linguística aplicada, professor e desenvolvedor web.

Gosto de ficção, corrida, queijo e do meu trabalho.

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  • O que me motivou a iniciar esse comentário, foi claro, a minha enorme admiração pela obra de J. R. R. Tolkien e pelas variações e adaptações de sua história e de toda Terra Média.

  • Trilogia do Senhor dos Anéis: [1] [2] [3]
  • The LOTR Online
  • App: The Lord of the Rings: Middle-earth Defense
  • The Lord of the Rings: Aragorn’s Quest for Wii
  • D&D, Artes, Esculturas, etc…

  • Ainda não li os outros livros de sua coleção: Os Filhos de Hurín, Contos inacabados, As aventuras de Tom Bombadil, Mestre Gil de Ham, Roverandom, Sobre Histórias de Fadas, As Cartas de Tolkien, Linguagem Quenya e Linguagem Tengwar, por isso não comentarei nada sobre.

    A veridicção na semiótica é um conjunto de regras que compõem o “parecer verdadeiro” de um texto, completamente diferente de qualificar algo como verdade ou não. Ao aceitar o contrato de veridicção e entender uma obra como ficional e de fantasia o leitor aceita a existência de determinados elementos irreais, condicionado pela lógica com que o texto se constrói. Ninguém acha estranho um Nazgul voar (ele tem asas!) mas se o orc viesse voando seria uma ruptura na veridicção.

    Os comentários a seguir serão sobre essas rupturas e sobre hipóteses dentro do próprio contrato de veridicção firmado na obra.

    Spoiler Alert !! A partir daqui a leitura é recomendada apenas para quem já conhece as histórias da trilogia do anel.

    A águia de resgate

    A mais popular hipotese para a narrativa de Senhor dos Anéis é:

    Por que a ave que resgata Frodo da montanha da perdição não foi usada antes para levá-lo até lá por cima das nuvens, evitando todo o risco, o sofrimento da jornada, as batalhas e o tempo desperdiçado na caminhada?

    Exército amaldiçoado

    Em O Retorno do Rei, Aragorn surge para salvar Gondor do ataque de Sauron ajudado pelo Exército dos Mortos, um exército amaldiçoado de guerreiros que negaram-se a ajudar Isildur na Guerra da Última Aliança.

    O fato é que eles possuem forma fantasmagórica, mas são capazes de ferir os seres vivos. São fantasmas, não podem ser atacados, mas atacam, ou seja, são invencíveis. Se esse exército acordasse de manha com a ideia de dominar a Terra Média, seria o fim do mundo dos homens, dos ents, anões, elfos, hobbits, dragões, nazgul, olifantes…

    Supondo, é claro, que não há nenhuma restrição espacial na maldição deles e que eles gostam de viver na montanha da morte por causa do clima, mais agradável.

    Gollum é o herói

    Lamento informar aos fãs de Frodo, mas quem salva a Terra Média é o senhor Smeagol. Primeiro por achar o anel no rio com a ajuda do seu primo Deagol, se ele não acha, Sauron nunca poderia ter sido destruído. Segundo: Frodo não ia jogar o precioso na lava, ele foi corrompido pelo poder do anel no último instante. O verdadeiro herói é o Smeagol trapalhão que tropeça e cai na lava. E nem uma única canção foi cantada em sua homenagem.

    A eficiência de Gimli

      

    A genialidade de Boromir

    boromir-catapult-full-gif

    (Não sei quem criou o gif.)

    Talvez seja necessário clicar na imagem para visualizar o gif, na sequência correta.

    Spiler Alert ! O texto abaixo contém spoiler do livro O Hobbit

    Bilbo, um exemplo de perseverança

    Bilbo Bolseiro, encontra-se com Smeagol em sua caverna enquanto fugia dos orcs e adquire o anel depois de disputar um jogo de charadas com o Smeagól, esse momento é brilhante e muito divertido, fiquei um tempo pensando e tentando advinhar as charadas enquanto lia.

    Bilbo consegue o anel e só o entrega a Frodo em seu aniversário de 111 anos. Não é possível afirmar com certeza o tempo que Bilbo passou com o anel do poder, mas ele raramente o usava. Sendo esse, o Um Anel do poder, capaz de controlar os outros anéis, tornar o portador invisível e ainda lhe dar longevidade… Bilbo Bolseiro é um exemplo de perseverança por usá-lo só em festas e ocasiões especiais.

    Spiler Alert ! O texto abaixo contém spoiler do livro Silmarillion

    Os poderes de Gandalf

    Os anéis foram forjados por Celebrimdor e seus companheiros elfos, guiado por Sauron com o poder de Melkor (Morgoth). Três Anéis foram dados aos elfos, Sete aos anões e Nove aos homens.

    Os três anéis dos elfos eram:

    Anel do Ar. Ficava com o Elrond e servia para proteger Valfeda, foi usado para criar a onda que inundou o rio e salvou Frodo e Arwen.

    Anel da Água. Ficava com Galadriel e era usado para manter os jardins de Lothlórien e retardar o envelhecimento do mundo.

    Anel do Fogo. Era de Círdan o elfo do porto de Balar e foi entregue a Mithrandir ou o senhor Gandalf que participou de inúmeras batalhas e não lançou sequer, uma única Bola de Fogo. Ele tinha o anel, tinha o poder, e só o utiliza nos fogos de artifício, prestidigitação para animar os Hobbits.

    Na batalha de Gondor, Gandalf ainda arrisca uma Luz contra os Nazgul, mas por que não lançar chamas neles? Ele gastou toda sua energia com os Fogos de Artifício ou com o Balrog?

    Tudo bem que o propósito do anel de fogo era acender o coração dos povos da Terra Média, mas com esse nome seria justo tentar conjurar alguma Bola de Fogo com ele.

    1. # 13_04_11